- OPINIÃO

NOVO FATOR, OU FATOR NOVO?

Futebol é assim. Quando algo não vai lá muito bem, em campo, é comum ouvir a máxima. “Criamos um fato novo”. Por fato novo entende-se a demissão do treineiro e seu staff. Por “staff” entende-se aqueles rapazes de confiança do demitido.

O princípio até que funciona. Os rapazes, caneludos e botinudos, tentam mostrar ao novo “professor” suas habilidades o que até gera algum resultado. Porém, com o passar dos jogos… as deficiências dão suas caras.

Razoável pensar que na gestão do atual CEO verde, esse tal fato novo se tornou uma rotina. Portanto, já não é novidade.

Assim, Já escrevi outras vezes por esse espaço o quanto é bom você ser o dono da caneta.

Simplesmente, você transfere sua incompetência para um terceiro. Sem chorumelas. Avaliação 360 graus o camarada foge.

Sabemos que o treineiro demitido não era lá uma Brastemp. Mas, que o nosso clube também não é mais uma perola, também sabemos.

Ainda cabe perguntar.  Que culpa tem o rapaz se os meninos treinados com chancas de cromo alemão, furam em bola, ou se as contratações são de péssimas qualidades? As sobrancelhas ficam firmes nos seus postos, sobre os olhos.

Mirando a realidade que culpa teria o treineiro se influências ambientais (staffs dos botinudos) teria na escalação da equipe? Nesse sistema nem Guardiola, o pomposo treineiro espanhol, daria jeito.

Indo direto ao ponto G. da coisa, e não é aquele que você pensou.

Realmente saiu o mais fraco e o menos culpado. O problema do CC não é técnico. É de gestão. De mentalidade.

O verdadeiro fato novo no CC teria que ser igual ao que MCP fez no CAP. Porém, falta culhões ou personalidade, para os que detém essa primazia. Nem mesmo um hipotético pedido de demissão seria um fato novo.

Agora chegou Jorginho. Pouco ou quase nada poderá fazer.

FABULATIVO.

A grave situação financeira vivida pelo Figueirense mostra que aventureiros pode estar tanto dentro como fora dos clubes.

A pergunta que fica é. A que distancia o CC está dessa realidade?

* esse texto contém um acróstico.

Paulo Rink

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7 Comentários em “NOVO FATOR, OU FATOR NOVO?

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